As aulas e oficinas de Carolina Moya partem do corpo como território de investigação, criação e encontro. Sua prática como artista, pesquisadora e arte-educadora é atravessada pelas danças tradicionais populares brasileiras, pelo flamenco, pela performance e por procedimentos contemporâneos de criação.
Ao longo de sua trajetória, Carolina desenvolveu oficinas, cursos e vivências em diferentes espaços culturais e instituições, trabalhando com públicos diversos e propondo experiências que articulam prática corporal, percepção, improvisação, memória e criação.
Sua abordagem não se limita ao aprendizado de passos ou repertórios. As danças são tomadas como disparadores para investigar modos de mover, perceber e criar, abrindo espaço para que cada participante desenvolva uma relação própria com o corpo, com o outro e com o ambiente.
Para quem são as aulas?
As propostas podem ser adaptadas a diferentes públicos e contextos:
dançarinos e artistas, interessados em investigação corporal, improvisação e criação;
professores e arte-educadores, interessados nas relações entre dança, cultura popular e processos pedagógicos;
público geral, com ou sem experiência prévia em dança;
grupos e comunidades, a partir de propostas construídas de acordo com suas características e interesses.
As oficinas podem ter formato de encontro único, imersão, curso de curta ou longa duração, residência ou atividade integrada a programações culturais.
Experiências
Ao longo de sua trajetória, Carolina Moya realizou atividades formativas e oficinas em instituições e espaços culturais como Sesc, Paço do Frevo, Centro Cultural Banco do Nordeste (CCBNB) e Parque da Água Branca, entre outros contextos de formação, pesquisa e difusão artística.
Sua atuação como arte-educadora está diretamente ligada à sua prática de artista: ensinar, neste contexto, também significa criar condições para a pesquisa, para a escuta e para a descoberta de novos modos de estar em movimento.